Estilos arquitetônicos: Pós-Modernismo

    Estilos arquitetônicos: Pós-Modernismo
    Nathália Zanardo

    Por Nathália Zanardo

    06 dezembro 2021

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      O Pós-Modernismo foi um movimento artístico, filosófico e cultural que surgiu após a Segunda Guerra Mundial e se expandiu na década de 1960. Caracterizado pela oposição a ideias e conceitos propostos durante o Modernismo, desenvolveu-se em variados campos das artes, como arquitetura, artes visuais, literatura e filosofia. 

      Com o avanço da tecnologia, a disseminação dos meios de comunicação, a massificação da cultura, o domínio do sistema capitalista e a globalização, o movimento conseguiu reafirmar as diversas mudanças que aconteciam, criando tendências artísticas, filosóficas, sociológicas e científicas. 

      O Pós-Modernismo

      Refletindo sua época, o Pós-Modernismo se caracteriza como um estilo de oposição, surgindo para romper com conceitos e pensamentos propostos anteriormente, apresentando uma nova identidade nas diversas escalas das artes. 

      Assim, o estilo começa a representar uma sociedade marcada pela globalização e pela expansão da tecnologia. Ironizando a vida cotidiana, suas obras se caracterizavam pelo individualismo, pela subjetividade, pela ausência de valores e pela utilização do humor e da crítica.

      Contexto histórico do Pós-Modernismo

      O Pós-Modernismo surge em meados do século XX, durante um período de muitas transformações sociais e culturais. Aparecendo após o declínio do Modernismo e o fim da Segunda Guerra Mundial, o movimento se instala em um momento de questionamento no qual as certezas defendidas anteriormente, baseadas na razão e na ciência, dão lugar a especulações.  

      Durante esse período, o mundo passava por diversas mudanças tecnológicas e sociais com o acontecimento da Terceira Revolução Industrial, responsável por modificar completamente a dinâmica da sociedade. Os avanços tecnológicos e científicos decorrentes da revolução beneficiaram diversos setores da economia, mudando o modo de se produzir; as máquinas, então, ganharam cada vez mais espaço, substituindo o trabalho humano.

      Obra Campbell's Soup Cans.
      Obra Campbell’s Soup Cans produzida em 1962 pelo artista norte americano Andy Warhol. Fonte: MoMa

      Com isso, problemas como o aumento do desemprego, a expansão da desigualdade social, a degradação do meio ambiente, o questionamento à organização social e o abandono de projetos utópicos, tiveram um impacto muito grande no cotidiano das pessoas, fazendo com que os indivíduos passassem a questionar sobre sua existência. 

      Uma nova sociedade que prioriza os valores individualistas, o consumismo, a subjetividade, a pluralidade, a fragmentação, a banalização, a tecnologia, o agora, a descentralização e o multiculturalismo é instalada. E o Pós-Modernismo surge como um movimento artístico, filosófico e cultural que questiona, reflete e reafirma esse momento pelo qual a sociedade passa.

      Nesse momento, três principais movimentos estéticos surgiram e ganharam grande notoriedade no cenário mundial, sendo eles: a Pop Art, o Minimalismo e o Expressionismo Abstrato.

      Obra In the Car, uma arte Pós-Modernista que utiliza a Pop Art.
      Obra In the Car produzida por Roy Lichtenstein. Fonte: National Galleries Scotland

      Aparecendo na Inglaterra, a Pop Art utiliza cores quentes e frias em tonalidades vibrantes, caracterizada como uma arte para as massas populares, busca ironizar a vida cotidiana e a sociedade pautada no consumo. O Minimalismo surgiu na década de 1950 e se pauta em uma tendência artística que utiliza mínimos elementos, com poucas cores, formas geométricas e repetição de padrões. 

      O Expressionismo Abstrato nasce como uma mescla entre o Expressionismo e a Arte abstrata. Carregada de simbolismo, a corrente artística expressava emoção e subjetividade, com isso, o estilo Pós-Modernismo teve grandes nomes que representaram as diversas escalas das artes e marcaram a história do movimento, como Andy Warhol, Roy Lichtenstein, Sol LeWitt, Donald Judd, Jackson Pollock e Mark Rothko.

      As características do movimento

      Em suas aplicações nas mais diversas vertentes artísticas, o Pós-Modernismo pode ser caracterizado como um estilo de ruptura, que criticava e se opunha ao movimento moderno e, ao mesmo tempo, refletia o período pelo qual o mundo e a sociedade passavam, marcada pela tecnologia e pela globalização.

      Assim, as principais características do movimento são: ausência de valores, individualismo, pluralidade, hedonismo, exploração do lúdico, humor e crítica, mistura do real e do imaginário, utilização das mídias e das tecnologias, imprecisão e liberdade artística. 

      Diretamente ligado à comunicação, o Pós-Modernismo trazia uma pluralidade estilística em que vários estilos e tendências eram mesclados para a criação de suas obras críticas, além disso suas produções representavam a massificação da arte através de uma produção em série.

      Arquitetura pós-moderna

      A arquitetura pós-moderna foi um movimento de oposição com ideias que rompiam com os preceitos modernistas, questionando a criação de uma arquitetura formal, padronizada e impessoal, negava as propostas do movimento anterior. 

      Criando uma obra interessante que quebrava a monotonia dos edifícios, o novo estilo passou a defender uma arquitetura carregada por símbolos e características locais, opondo-se completamente ao estilo internacional proposto e implementado por Le Corbusier e Mies van der Rohe

      Villa Savoye, um clássico modernista.
      Villa Savoye, o clássico modernista proposto por Le Corbusier. Fonte: Pinterest

      Como um dos grandes teóricos do movimento, Robert Venturi teve um papel muito importante na definição do Pós-Modernismo na arquitetura. Na obra Complexidade e Contradição em Arquitetura, o arquiteto estadunidense faz críticas ao movimento moderno e apresenta uma nova proposta de arquitetura, construída a partir da junção de elementos complexos e contraditórios. 

      No livro, o arquiteto também propõe uma arquitetura com a fachada trabalhada e que utiliza da fragmentação e de modulações para tornar o edifício mais interessante, além disso incorporava elementos históricos e materiais incomuns à construção.

      Outra significativa obra para a consolidação da arquitetura pós-moderna foi o livro Aprendendo com Las Vegas, escrito por Robert Venturi e pelos arquitetos Denise Scott Brown e Steven Izenour. Esse manifesto em conjunto desenvolve argumentos contra o Modernismo, defendendo o simbolismo da forma arquitetônica e compreendendo a nova formação urbana que acontecia nos Estados Unidos e na Europa. 

      O livro foi uma maneira de impactar e garantir que uma nova maneira de pensar sobre os edifícios fosse explorada, assim os projetos deveriam celebrar a arquitetura local e defender a aplicação de elementos ornamentais e decorativos.

      Com a consolidação desses conceitos, a arquitetura pós-moderna começou a ser aplicada de diversas maneiras, sempre priorizando o impacto visual à funcionalidade, suas obras exploravam formas, cores vibrantes e o caráter lúdico dos edifícios. Essa nova arquitetura é entendida por Venturi como “Menos é um tédio”, uma clara crítica a famosa frase do modernista Mies van der Rohe, “Menos é mais”.

      Marco inaugural da arquitetura pós-moderna, o edifício AT&T.
      Marco inaugural da arquitetura pós-moderna, o edifício AT&T de Philip Johnson. Fonte: Archdaily

      Dentro do estilo, uma icônica obra pode ser considerada um marco inaugural, projetado por Philip Johnson, antes um grande defensor do estilo internacional. O edifício da AT&T explora o caráter lúdico ao adotar “armário antigo” como referência à forma. O projeto também incorpora o classicismo decorativo e a inserção de elementos históricos em sua arquitetura, sendo um símbolo de independência.  

      Diversos arquitetos pelo mundo podem ser considerados defensores assíduos da arquitetura pós-moderna e responsáveis por marcar o movimento com obras notórias, entre eles Michael Graves, Charles Moore, Aldo Rossi e James Stirling. 

      História da arquitetura pós-moderna

      Surgindo na década de 1960 como um movimento contrário ao Modernismo, a arquitetura pós-moderna acontecia durante um período no qual diversas mudanças sociais e culturais se expandiam.

      Conjunto habitacional Pruitt-Igoe.
      Conjunto habitacional Pruitt-Igoe, um dos mais impessoais e falhos projetos do Modernismo. Fonte: Archdaily

      O início do novo estilo arquitetônico começa nos anos 60, quando diversas opiniões contrárias à arquitetura moderna apareceram e ganharam força, assim nomes como Jane Jacobs e Christopher Alexander se tornam responsáveis por criticar a escala monumental e impessoal do urbanismo modernista que resultava em problemas como a degradação da cidade e a falta de interações entre as pessoas.

      Mas foi nos anos 80 que a arquitetura pós-moderna ganhou reconhecimento, passando a ser definida como um estilo. Através da utilização de referências históricas de maneira irônica, da exploração exagerada das cores e da aplicação de frontão como coroamento dos edifícios, um estereótipo sobre o movimento foi criado, dando uma visão de um estilo caricato e divertido.  

      Walt Disney World Dolphin Hotel, um conjunto de hotéis que utiliza a arquitetura pós-moderna em sua construção.
      Walt Disney World Dolphin Hotel, um conjunto de hotéis projetados por Michael Graves, utilizando a arquitetura pós-moderna. Fonte: Pinterest

      Já no final dos anos 90, a arquitetura pós-moderna se dividiu em diversas novas tendências, e o termo passou a ser utilizado para definir estilos que criticavam e se opunham à arquitetura moderna, assim desdobramentos como arquitetura High-tech, Neo-futurista e Desconstrutivista surgiram e se definiram como novos estilos.

      Características da arquitetura pós-moderna

      Com uma premissa pluralista que recusa padronizações, a arquitetura pós-moderna não pode ser determinada através de uma série de elementos que classificam o estilo. Enquadrá-la em um padrão vai contra tudo o que o movimento defende, o novo estilo valoriza as diversidades e os múltiplos discursos que a arquitetura pode ter.

      Assim, a principal característica da arquitetura pós-moderna é estabelecer o rompimento com o padrão modernista, criticando, bem como se opondo às, propostas rígidas, formais, racionais, funcionais e impessoais. 

      Cada profissional tem a liberdade de criar uma arquitetura que critica os aspectos que consideram falhos no Modernismo. Agora a arquitetura passa a ser livre e descontraída, a fachada ganha importância, elementos clássicos são retomados, o lúdico é explorado, ornamentos e cores começam a ser utilizados, as formas curvas e assimetrias são valorizadas, o movimento se preocupa com o efeito da arquitetura, criando algo leve, divertido e fantasioso.

      Mesmo não funcionando como uma padronização, alguns elementos e características que rompem com as propostas modernas são utilizadas em diversas obras para criação de algo único.

      Complexidade e contradição

      Edifício Portland projetado pelo arquiteto Michael Graves.
      Edifício Portland projetado pelo arquiteto Michael Graves, um exemplo da arquitetura pós-moderna norte-americana. Fonte: Archdaily

      Fugindo das doutrinas modernistas, a arquitetura que era simples e funcional dá lugar a um estilo que carrega complexidade e contradição. Explorando formatos curvos e assimétricos, utilizando elementos decorativos e cores vibrantes, a arquitetura pós-moderna se distancia da estética pura e limpa.

      Combinando elementos contraditórias a novas formas, o movimento também sempre faz a citação de estilos passados através da releitura de elementos da arquitetura Clássica, Rococó e Neoclássica.

      Fragmentação

      Dividindo seus edifícios em várias estruturas, a arquitetura pós-moderna propõe uma fragmentação em que as diferentes funções são separadas em partes. Utilizando materiais, formas e estilos distintos, em uma única obra as variadas estruturas representam um uso diferente dentro da construção. 

      Formas assimétricas 

      Com fachada nas tonalidades de azul e rosa, o edifício Team Disney representa a descontração da arquitetura pós-moderna.
      Explorando cores, formas e assimetria, o edifício Team Disney representa o humor e a descontração da arquitetura pós-moderna. Fonte: Archdaily

      Quebrando toda a simetria, o ritmo e a modulação propostos anteriormente, a arquitetura pós-moderna utiliza, muitas vezes, formas assimétricas para a criação de seus edifícios, afastando-se de construções equilibradas nas quais a ordem e a simetria são essenciais; exploram formas de maneiras incomuns que resultam em construções interessantes.

      Exploração das cores

      A cor é um dos elementos principais explorados pela arquitetura pós-moderna, utilizada como forma de personalidade e descontração, sendo muito trabalhada com a fachada. Também pode ser vista em outros elementos da construção, como vidros, azulejos, pedras, acabamentos e texturas.

      Caráter lúdico

      Edifício Big Duck com formato de pato.
      Edifício Big Duck projetado por Robert Venturi. Fonte: Pinterest

      Carregando leveza, humor e diversão, a arquitetura pós-moderna explora o caráter lúdico em seus edifícios. Baseado em um humor irônico e teatral, o estilo trabalha o senso de absurdo e o exagero das formas, assim as construções possuem formatos que parecem tudo menos um edifício, criando praticamente um cenário fantasioso. 

      Os marcos do movimento pelo mundo

      Marcada pela oposição e pela ruptura ao movimento anterior, diversas obras da arquitetura pós-moderna foram responsáveis por representar toda a leveza, a despreocupação e o efeito que o estilo carregava. 

      Casa Vanna Venturi

      Casa Vanna Venturi, uma das obras iniciais da arquitetura pós-moderna.
      Casa Vanna Venturi, projetada por Robert Venturi, um dos maiores pensadores do Pós-Modernismo na arquitetura. Fonte: Archdaily

      Projetada por Robert Venturi, a Casa Vanna Venturi foi uma das primeiras obras do arquiteto. Funcionando como manifesto da arquitetura contraditória e complexa que pregava, em cada detalhe o arquiteto utiliza artifícios que se opõem às propostas pregadas pela arquitetura modernista. 

      Dividida em dois andares, no piso térreo da casa estão localizados a cozinha, as salas de jantar e estar, dois dormitórios e um banheiro, já no piso superior temos o dormitório principal.

      Com um volume simples e, de certa forma, simétrico e uniforme, a casa possui uma série de elementos que resume o que é uma arquitetura pós-moderna ⏤ deslocando o eixo da chaminé, utilizando um frontão na fachada e quebrando a simetria através das janelas, uma obra inesperada é criada. 

      Despreocupado com equilíbrio e harmonia, o volume utiliza diversos elementos geométricos de modo interessante, o jogo de telhados com duas águas e as janelas arqueadas também proporciona um dinamismo único. A casa pode ser considerada uma obra ainda tímida em relação à futura arquitetura pós-moderna de Venturi, mas nela diversos preceitos modernistas são quebrados.

      Neue Staatsgalerie

      Fachada do museu Neue Staatsgalerie, com paredes curvas e metais coloridos.
      Fachada do museu Neue Staatsgalerie, uma arquitetura pós-moderna projetada pelos arquitetos James Stirling e Michael Wilford. Fonte: Archdaily

      Com a premissa da criação de um edifício que se conecta ao antigo museu Staatsgalerie, em 1977 o então primeiro ministro alemão organizou um concurso internacional para o projeto da Neue Staarsgalerie. Ganhadores do concurso, os arquitetos James Stirling e Michael Wilford foram responsáveis por um projeto que revitalizou o local, ao criar uma conexão com o passado e lidar com a topografia. 

      Inaugurado em 1984, o desenho surge através de uma característica muito utilizada durante a arquitetura pós-moderna, a combinação de estilos. Utilizando elementos clássicos vistos no século XIX a elementos industriais, além de um grande contraste, os arquitetos conseguem criar um paralelo com a constante evolução das artes.

      Os elementos históricos também são combinados a materiais modernos como o aço industrial em tonalidades coloridas. As cores espalhadas pelo projeto são responsáveis por identificar cada função da construção ⏤ a entrada principal é marcada por uma estrutura metálica azul e os tubos metálicos espalhados por todo o edifício marcam a circulação.

      O projeto também transforma o edifício em direcionador do caminho do pedestre através da forma; incorporando o declive do terreno, cria um passeio que faz a transição entre a arte clássica da Alte Staatsgalerie (museu antigo) e a arte moderna da Neue Staatsgalerie (museu novo). 

      Piazza d’Italia

      Piazza d'Italia, uma arquitetura pós-moderna colorida que retrata elementos clássicos de maneira descontraída.
      Idealizada por Charles Moore, a Piazza d’Italia é uma alegre homenagem à comunidade italiana. Fonte: Archdaily

      Localizada em Nova Orleans, nos Estados Unidos, a Piazza d’Italia foi um projeto encomendado através de um concurso cujo objetivo era a construção de um marco comemorativo que homenageasse a comunidade italiana da cidade e, ao mesmo tempo, ajudasse na renovação urbana dessa área.

      Escolhido para a execução do projeto, o arquiteto Charles Moore criou uma obra que funcionava como memorial e praça pública, possibilitando a apreciação do conjunto por qualquer pessoa que ali passasse. 

      Com a releitura de elementos clássicos combinados a estruturas coloridas e ornamentos, o arquiteto criou algo muito caricato, cheio de humor, mas que representava a história e a cultura italiana. O alegre triunfo também representa a arquitetura, o urbanismo e a geografia da Itália em seus detalhes. Por seu humor e uma visão descontraída da arquitetura, a obra recebeu inúmeras críticas.

      Pós-Modernismo no Brasil

      O Pós-Modernismo no Brasil se desenvolveu em diversas artes, influenciando movimentos literários e as artes plásticas. Na arquitetura, não teve um grande impacto como em outros países, já que o movimento moderno ainda estava sendo utilizado e não permitiu que a nova produção arquitetônica se espalhasse pelo território nacional. 

      Museu de Mineralogia, uma construção colorida e geométrica.
      Museu de Mineralogia projetado por Éolo Maia e Sylvio de Podestá, um exemplo da arquitetura pós-moderna brasileira. Fonte: Pinterest 

      Mesmo assim, o estilo foi discutido e entendido por diversos profissionais da área, até por modernistas como Vilanova Artigas, que, mesmo de maneira tímida, se mostrou insatisfeito e crítico ao movimento anterior. O arquiteto mineiro Éolo Maia pode ser considerado um dos grandes ícones desse período, já que em suas obras utilizou diversas referências do estilo.

      Edifício Rio Branco no Rio de Janeiro, exemplo da arquitetura pós-moderna nacional.
      Edifício Rio Branco, o grande exemplo da arquitetura pós-moderna nacional. Fonte: Pinterest 

      Um dos exemplos mais conhecidos da arquitetura pós-moderna brasileira é o edifício Rio Branco, projetado por Edison Musa. Localizado no Rio de Janeiro, a construção repete o uso do frontão e utiliza a fragmentação como uma divisão clássica entre base, corpo e coroamento.

      Um estilo marcado pelo humor e pela crítica

      Durante sua história, o estilo recebeu diversas críticas por ser considerado banal, irônico e carregado de humor, muitos também argumentam que o movimento não tinha um objetivo além de cumprir com um papel de oposição ao estilo anterior. 

      Lúdico, divertido, leve e crítico, o Pós-Modernismo pode não agradar a todos, mas serve até hoje como inspiração para diversos profissionais. Marcado nas diversas esferas da arte, tem seu legado representado através da pluralidade estilística, que combina estilos, tendências e cores em suas obras.

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